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Como Criar um Dashboard de Analytics de Redes Sociais que Realmente Gera Ação

Aprenda a montar um dashboard de analytics de redes sociais que transforma dados em decisões reais, com etapas práticas, ferramentas e exemplos para criadores de conteúdo e equipes.

13 min read

Updated: May 28, 2026

Diagrama de Venn em lousa com círculos rotulados Social, Media e Marketing para análises

Introdução

Você já se sentiu afogado em números de redes sociais, sem saber o que fazer com eles? Não é só você. A maioria dos dashboards ou é muito simples ou tão entulhada de dados que ninguém usa de verdade. O resultado: tempo jogado fora, oportunidades perdidas e muitos chutes.

Um dashboard de analytics de redes sociais que funciona não é só um gráfico bonito. Ele é uma ferramenta de decisão que mostra o que está funcionando, o que não está e o que fazer a seguir. Seja você um criador independente, dono de uma pequena empresa ou parte de uma equipe de marketing, o dashboard certo transforma dados brutos em crescimento real.

Por que isso importa? Se você gerencia várias contas ou clientes, precisa saber o que está funcionando, e rápido. Um bom dashboard poupa horas, ajuda a enxergar tendências e dá segurança para fazer mudanças que realmente trazem resultado. Não se trata de monitorar tudo, mas de acompanhar o que importa.

Este guia vai te mostrar como criar um dashboard que realmente gera ação. Você vai aprender o que monitorar, como montar e como usar seus números para tomar decisões mais inteligentes. Vamos ver:

  • As métricas que valem a pena (e as que você pode ignorar)
  • O passo a passo para montar o dashboard com qualquer orçamento
  • Erros comuns e como fugir deles
  • As melhores ferramentas e modelos para cada fluxo de trabalho
  • Como transformar descobertas em resultados de verdade
  • Um FAQ prático para criadores, equipes e agências

Vamos fazer os dados trabalharem a seu favor, não contra você.

O Que é um Dashboard de Analytics de Redes Sociais?

Mulher deitada em sofá vermelho usando smartphone, com travesseiros e caneca por perto

Um dashboard de analytics de redes sociais é o seu centro de comando para entender o que está acontecendo em todos os seus canais. Ele concentra os números que realmente importam: curtidas, comentários, alcance, cliques, compartilhamentos, salvamentos e mais. Assim, você não precisa ficar pulando entre o Instagram Insights, Facebook Analytics, TikTok, LinkedIn e os painéis do Twitter/X só para ter uma visão geral.

Mas um dashboard é muito mais que um depósito de dados. Os melhores ajudam você a:

  • Identificar tendências e padrões antes que eles fiquem óbvios
  • Comparar o desempenho entre plataformas e campanhas
  • Descobrir qual conteúdo realmente gera resultado (e não só curtidas)
  • Compartilhar relatórios visuais claros com sua equipe, chefe ou clientes
  • Economizar horas por semana centralizando seus relatórios

Cenário real: Imagine que você está tocando uma campanha no Instagram, Facebook e LinkedIn. Em vez de copiar números para uma planilha toda semana, seu dashboard mostra:

  • Qual plataforma está gerando mais engajamento
  • Quais tipos de post (vídeo, carrossel, story) estão funcionando melhor
  • Como o crescimento de seguidores se compara ao mês anterior
  • De onde realmente vêm seu tráfego e conversões

Você pode criar dashboards com ferramentas especializadas, planilhas ou dentro de plataformas tudo-em-um como o Mydrop. O segredo é fazer seus dados gerarem ação, e não só serem bonitos. Se você não consegue responder “O que faço agora?” depois de olhar o dashboard, está na hora de redesenhá-lo.

Por Que Você Precisa de um Dashboard Acionável (Não Apenas Gráficos Bonitos)

Câmera 3D rosa e ícones flutuantes de notificações de redes sociais ao lado de um painel branco em branco

É tentador ficar de olho em métricas de vaidade, como número de seguidores, curtidas ou visualizações que impressionam mas não ajudam você a crescer de verdade. Um dashboard acionável tira o ruído e joga luz no que realmente importa para seus objetivos.

Veja por que você precisa de mais do que gráficos bonitos:

  • Clareza: Você vê na hora o que está funcionando e o que não está, sem precisar fuçar em relatórios intermináveis.
  • Alinhamento: Sua equipe, chefe ou clientes sabem exatamente quais metas são prioridade. Assim, todo mundo rema na mesma direção.
  • Decisões: Você ajusta sua estratégia com base em dados reais, não em achismos ou na voz mais alta da sala.
  • Responsabilidade: O progresso fica visível para todos, facilitando celebrar vitórias ou identificar problemas antes que eles cresçam.
  • Velocidade: Você passa menos tempo juntando números e mais tempo agindo sobre eles.

Exemplo do mundo real: Uma agência pequena passava horas toda semana montando relatórios para cada cliente. Depois de migrar para um dashboard único, eles reduziram o tempo de relatório em 80% e começaram a detectar campanhas com desempenho baixo antes que virassem um problema. O resultado? Clientes mais satisfeitos e mais tempo para o trabalho criativo.

Sem um dashboard claro, você corre o risco de perder tempo com conteúdo que não converte, deixar escapar oportunidades de crescimento ou apresentar números que dizem pouco para seu chefe ou clientes. O dashboard certo transforma dados em ação, não em sobrecarga de informação.

As Métricas Essenciais que Todo Dashboard de Redes Sociais Deve Acompanhar

Dois amigos acenando e fazendo vlog em um piquenique na praia com lanches

Nem toda métrica tem o mesmo peso. Os melhores dashboards focam em poucos números, aqueles que realmente orientam decisões. Aqui está o que você deve acompanhar (com contexto do mundo real):

1. Alcance e Impressões

  • Alcance é o número de pessoas únicas que viram seu conteúdo. Ele mostra até onde sua mensagem está chegando.
  • Impressões é o número total de vezes que seu conteúdo foi exibido (incluindo repetições). Muitas impressões com alcance baixo? Você está falando para as mesmas pessoas o tempo todo.
  • Exemplo: Se seu alcance está estável, mas as impressões estão subindo, pode ser que você esteja postando demais para o mesmo público. Hora de testar novas hashtags ou fazer promoção cruzada em outra plataforma.
  • Dica profissional: Acompanhe alcance e impressões por plataforma e por tipo de conteúdo. Assim você vê se os Stories do Instagram superam os posts do LinkedIn, ou se os Reels têm mais alcance que imagens estáticas.

2. Taxa de Engajamento

  • Ela junta curtidas, comentários, compartilhamentos e salvamentos, dividido pelo total de seguidores ou alcance. Mostra o quanto seu conteúdo se conecta com sua audiência.
  • Exemplo: Um post com 100 curtidas em 1.000 seguidores (10% de engajamento) costuma valer mais do que um post com 1.000 curtidas em 100.000 seguidores (1% de engajamento).
  • Dica profissional: Calcule a taxa de engajamento de cada post e da conta inteira. Use isso para identificar os conteúdos de alto desempenho e replicar o que funciona.

3. Taxa de Cliques (CTR)

  • A porcentagem de pessoas que clicaram em um link do seu post ou da bio. Essencial para acompanhar o tráfego para seu site, landing pages ou ofertas.
  • Exemplo: Se sua CTR cai depois de mudar a chamada para ação, teste um novo texto ou posicionamento do botão.
  • Dica profissional: Use parâmetros UTM para rastrear quais posts geram mais visitas ao site ou conversões.

4. Crescimento de Seguidores

  • Mostra como sua audiência está crescendo ao longo do tempo. Ajuda a identificar picos ou quedas ligadas a campanhas ou mudanças de conteúdo.
  • Exemplo: Um pico repentino de seguidores depois de um sorteio? Confira se esses novos seguidores ficam ou somem.
  • Dica profissional: Marque no seu dashboard as datas de campanhas ou grandes mudanças de conteúdo. Isso ajuda a conectar tendências de crescimento a ações específicas.

5. Conteúdo de Melhor Desempenho

  • Destaca quais posts, vídeos ou stories geram mais engajamento ou cliques. Permite que você invista mais no que funciona.
  • Exemplo: Se os carrosséis sempre batem as imagens únicas, torne-os uma parte fixa do seu mix de conteúdo.
  • Dica profissional: Crie um widget “Top 5 Posts” no seu dashboard. Revise todo mês para identificar padrões.

6. Métricas de Conversão

  • Se você roda anúncios ou acompanha vendas/leads, inclua conversões, custo por conversão e ROI. É aqui que as redes sociais encontram os resultados de negócio.
  • Exemplo: Se o investimento em anúncios subiu mas as conversões continuam iguais, ajuste o criativo ou a segmentação.
  • Dica profissional: Acompanhe as conversões por campanha e por plataforma. Isso ajuda a colocar o orçamento onde ele rende mais.

Métricas Bônus (para dashboards avançados):

  • Participação de Voz: O quanto da conversa sua marca domina em comparação com os concorrentes.
  • Análise de Sentimento: As pessoas estão falando bem ou mal de você?
  • Tempo de Resposta: Com que rapidez sua equipe responde a comentários ou DMs.

Você pode sempre adicionar mais métricas, mas essas bases vão te dar uma imagem clara e acionável sem sobrecarregar de dados. O objetivo: cada métrica deve responder a uma pergunta real, não só ocupar espaço.

Como Criar Seu Dashboard de Analytics de Redes Sociais (Passo a Passo)

Mão desenhando um fluxograma circular rotulado engajar capacitar aprimorar empoderar

Você não precisa de diploma em ciência de dados para criar um dashboard. Aqui está um passo a passo prático que funciona para criadores solo, agências e equipes:

Passo 1: Defina Seus Objetivos

  • O que você quer alcançar? (Reconhecimento de marca, engajamento, leads, vendas?)
  • Escolha 2 ou 3 metas principais para manter o foco do dashboard. Exemplo: “Aumentar o engajamento no Instagram em 20%” ou “Ampliar os cliques no site a partir do LinkedIn”.
  • Dica profissional: Escreva seus objetivos no topo do dashboard para nunca perder o foco.

Passo 2: Escolha Suas Métricas

  • Selecione as métricas que apoiam diretamente seus objetivos. Não monitore tudo; monitore o que importa.
  • Por exemplo, se sua meta é tráfego no site, CTR e cliques em links importam mais do que curtidas.
  • Dica: Anote seus objetivos e as 2 ou 3 métricas que provam que você está progredindo. Cole no monitor.
  • Dica profissional: Revise as métricas escolhidas todo mês. Se uma métrica não está ajudando você a tomar decisões, troque por outra.

Passo 3: Escolha Suas Ferramentas

  • As opções vão de planilhas (Google Sheets, Excel) a plataformas de analytics (Sprout Social, Buffer, Hootsuite) ou ferramentas tudo-em-um como o Mydrop.
  • Procure ferramentas que integrem todas as suas plataformas e sejam fáceis de personalizar.
  • Exemplo: Se você gerencia mais de 10 contas, o Mydrop ou o Sprout Social vão economizar horas. Se você está solo e com orçamento curto, o Google Sheets é um ótimo começo.
  • Dica profissional: Teste algumas ferramentas com avaliações gratuitas antes de decidir. A melhor ferramenta é aquela que você realmente vai usar.

Passo 4: Conecte Suas Contas

  • Vincule seus perfis sociais para puxar dados automaticamente. A maioria das ferramentas tem guias passo a passo.
  • Para dashboards manuais, defina um cronograma para atualizar os números (toda semana ou todo mês).
  • Dica profissional: Automatize a coleta de dados sempre que puder. Preencher na mão leva a atualizações esquecidas e dados desatualizados.

Passo 5: Projete o Layout

  • Use seções claras para cada plataforma ou objetivo. Não jogue tudo numa única tela.
  • Veja os dados com gráficos, tabelas e cores para uma leitura rápida.
  • Exemplo: Uma aba para Instagram, uma para LinkedIn, uma para KPIs de resumo.
  • Dica profissional: Use formatação condicional para destacar acertos e áreas problemáticas de relance.

Passo 6: Configure Relatórios Automatizados

  • Muitas ferramentas permitem agendar relatórios semanais ou mensais por e-mail ou Slack.
  • Isso mantém todo mundo informado sem trabalho extra. Se você é solo, coloque um lembrete no calendário para revisar o dashboard.
  • Dica profissional: Compartilhe relatórios automatizados com sua equipe ou clientes para manter todo mundo alinhado.

Passo 7: Revise e Refine

  • Verifique seu dashboard toda semana. Você está vendo o que precisa?
  • Ajuste métricas, layout ou frequência conforme seus objetivos mudam. Não tenha medo de tirar métricas que não ajudam.
  • Dica profissional: Peça para um colega ou cliente dar uma olhada no dashboard. Se eles não entenderem em 60 segundos, simplifique.

Erros Comuns (e Como Evitá-los)

Ilustração em lousa de engrenagens interligadas rotuladas com fluxo de trabalho e processos

Até profissionais experientes caem nessas armadilhas. Veja como fugir delas:

Erro 1: Monitorar Métricas Demais

  • Mais nem sempre é melhor. Foque nos números que realmente orientam decisões. Se você não consegue explicar por que uma métrica importa, corte.
  • Exemplo: Monitorar “visitas ao perfil” em todas as plataformas pode parecer bonito, mas se não está ligado aos seus objetivos, é só ruído.

Erro 2: Ignorar o Contexto

  • Números isolados não contam a história toda. Compare sempre com o desempenho passado, benchmarks do setor ou metas da campanha.
  • Exemplo: Uma taxa de engajamento de 2% pode ser ótima no seu segmento, mas baixa em outro. Contexto é tudo.

Erro 3: Não Compartilhar os Insights

  • Dashboard que ninguém vê é inútil. Compartilhe as principais conclusões com sua equipe ou clientes com frequência. Use prints, exportações ou apresentações ao vivo.
  • Exemplo: Agende uma reunião recorrente para revisar o dashboard e definir os próximos passos.

Erro 4: Sobrecarga de Dados Manuais

  • Se você passa horas copiando números para planilhas, está na hora de automatizar. A maioria das ferramentas modernas puxa os dados para você. Seu tempo vale mais para pensar estratégia.
  • Exemplo: Use o Mydrop ou outra ferramenta para automatizar a coleta de dados e os relatórios.

Erro 5: Esquecer de Agir

  • O objetivo da análise é a ação. Reserve um tempo toda semana para revisar seu dashboard e fazer pelo menos uma mudança baseada no que você viu.
  • Exemplo: Se você perceber que os vídeos batem as imagens, mude o mix de conteúdo na semana seguinte.

Erro Bônus: Não Atualizar Seu Dashboard

  • As plataformas sociais mudam rápido. Revise a configuração do seu dashboard a cada trimestre para garantir que você está monitorando o que importa agora, e não o que importava ano passado.

Ferramentas e Modelos para Criar Seu Dashboard

Pessoa gravando um vídeo selfie no smartphone preso em um ring light

Ferramentas Populares de Dashboard:

  • Mydrop: Plataforma tudo-em-um para planejamento de conteúdo, publicação e analytics. Reúne dados de todas as principais redes sociais e deixa você personalizar seu dashboard. Especialmente útil para gestores solo e equipes pequenas que cuidam de várias marcas.
  • Google Data Studio (Looker Studio): Gratuito, flexível e se conecta a muitas fontes de dados. Ótimo para agências ou usuários avançados que querem juntar dados de redes sociais, web e anúncios num só lugar.
  • Sprout Social, Buffer, Hootsuite: Têm dashboards integrados com relatórios automatizados. Bons para equipes que querem soluções prontas com recursos de colaboração.
  • Airtable: Excelente para criar dashboards personalizados com jeitão de planilha/banco de dados. Perfeito para quem quer acompanhar calendários de conteúdo e analytics lado a lado.
  • Google Sheets/Excel: Bom para acompanhamento manual ou configurações sob medida. Ideal para quem quer controle total e não se importa de atualizar os números na mão.
  • Notion: Para quem quer combinar analytics com gerenciamento de projetos e planejamento de conteúdo num único espaço de trabalho.

Dicas de Modelos:

  • Comece com um modelo simples e adicione complexidade só quando precisar. Exagerar na construção cansa o dashboard.
  • Use cores para destacar acertos e áreas problemáticas. Sinais visuais facilitam enxergar tendências de relance.
  • Inclua espaço para anotações ou próximos passos ao lado das métricas. Isso transforma o dashboard de relatório em ferramenta de decisão.
  • Se você gerencia clientes, crie uma seção de resumo para conclusões rápidas.
  • Coloque uma data de “última atualização” no dashboard para saber que os números estão frescos.

Dica Profissional: Se você usa o Mydrop, dá para configurar um dashboard que atualiza sozinho e compartilhar com equipe ou clientes em poucos cliques. Os modelos da plataforma são feitos para gestores solo sobrecarregados. Sem código, sem malabarismo com planilhas.

Como Usar Seu Dashboard para Tomar Decisões Melhores

Mulher sorridente em home office olhando para o smartphone enquanto está sentada

Um dashboard só serve se inspirar ação. Veja como transformar seus dados em resultados:

  • Identifique Tendências: Procure picos, quedas ou padrões nas métricas. Um tipo de post gerou mais engajamento? Uma campanha impulsionou o crescimento de seguidores? Se notar uma queda repentina, investigue o que mudou.
  • Teste e Aprenda: Use o dashboard para rodar experimentos. Teste novos formatos de conteúdo, horários de postagem ou hashtags e veja o que acontece. Registre o que funciona e o que não funciona.
  • Compartilhe Insights: Leve as principais descobertas para sua equipe ou clientes. Use prints ou exportações para destacar vitórias e oportunidades. Conversas reais geram estratégias melhores.
  • Defina Novas Metas: Conforme você aprende o que funciona, atualize seus objetivos e métricas para continuar melhorando. Não deixe o dashboard parado no tempo.
  • Automatize os Próximos Passos: Algumas ferramentas (como o Mydrop) permitem disparar fluxos de trabalho ou lembretes com base nos dados do dashboard, para você nunca perder uma chance de otimizar. Por exemplo, configure alertas quando o engajamento cair abaixo de um limite.

Fluxo de trabalho de exemplo:

  1. Revise seu dashboard toda segunda-feira de manhã.
  2. Identifique uma métrica que precisa melhorar.
  3. Pense em duas ações para testar naquela semana.
  4. Compartilhe o plano com sua equipe ou cliente.
  5. Monitore os resultados e ajuste na semana seguinte.

Esse hábito transforma a análise, que era uma tarefa chata, num motor de crescimento.

Conclusão

Um dashboard de analytics de redes sociais não é só um relatório. É o seu mapa para um crescimento mais inteligente e rápido. Focando nas métricas certas, usando as ferramentas certas e colocando seus dados para trabalhar, você vai passar menos tempo no achismo e mais tempo vencendo.

Pronto para criar seu próprio dashboard? Comece simples, mantenha o foco e deixe os números guiarem você. Se quiser uma solução tudo-em-um que simplifica a análise, experimente o Mydrop ou fale com nossa equipe para uma demonstração.

Os melhores dashboards são revisados, simplificados e reconstruídos ao longo do tempo. Conforme suas campanhas mudam, sua visão de relatório precisa mudar também. Descarte widgets de vaidade, mantenha as métricas que apoiam decisões e garanta que cada número na página mereça seu lugar.

Também ajuda muito ter uma pessoa dona do ritual de revisão do dashboard. Quando alguém é responsável por transformar números em próximos passos, o dashboard deixa de ser um relatório passivo e passa a fazer parte do sistema operacional.

Outro hábito forte é documentar as perguntas que seu dashboard deve responder toda semana. Por exemplo: qual pilar de conteúdo gerou mais salvamentos? Qual plataforma gerou a melhor taxa de cliques? Qual campanha precisa de ajuste antes de colocar mais orçamento ou esforço? Quando o dashboard é construído em torno de decisões, fica muito mais difícil ele virar um relatório de vaidade.

Você também deve esperar que o dashboard fique mais simples conforme a equipe melhora no uso dele. No começo, todo mundo tende a enfiar um monte de widgets, porque mais dados parecem mais seguros. Na prática, uma visão mais enxuta com prioridades mais claras geralmente leva a ações melhores. O objetivo não é vigiar tudo. O objetivo é perceber o que importa a tempo de melhorar a próxima rodada de conteúdo.

Se clientes ou a liderança revisam o mesmo relatório, inclua um breve resumo narrativo junto com os dados. Algumas frases explicando o que mudou, por que isso importa e o que a equipe vai fazer a seguir costumam gerar mais confiança do que outro gráfico. Bons dashboards facilitam conversas, não só alongam relatórios.

O teste mais simples é este: depois de revisar o dashboard, a equipe consegue listar uma ação para repetir, uma ação para parar e um experimento para tentar em seguida? Se o dashboard não apoia esse tipo de tomada de decisão, ele ainda precisa ser refinado.

É por isso que um dashboard mais curto e direto quase sempre supera um abarrotado. Clareza facilita a ação, e ação é o sentido de construir o dashboard em primeiro lugar.

Quando os números são fáceis de ler, a próxima decisão também fica mais fácil.

Sources

References

Próximo passo

Pare de coordenar em torno do trabalho

Se sua equipe passa mais tempo correndo atrás de aprovações, arquivos e detalhes de publicação do que criando posts melhores, o problema não são as pessoas. É o fluxo de trabalho. O Mydrop reúne planejamento, revisão, agendamento e análise em um sistema mais leve.

Mydrop Editorial Team

Sobre o autor

Mydrop Editorial Team

Mydrop

A Equipe Editorial do Mydrop escreve os guias, comparações e manuais deste blog. Cobrimos planejamento de redes sociais, publicação, aprovações, análises e fluxos de trabalho para várias marcas, mostrando como as equipes usam o Mydrop para gerenciar seus programas de redes sociais. Cada artigo é pesquisado, editado e mantido pela equipe que faz o produto.

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